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Experiência e solidificação Novaplan

Experiência e solidificação, A novaplan é uma empresa de Consultoria e Administração de Seguros que desde 1992, vem escrevendo a sua história neste segmento, tendo como princípios norteadores a maneira focada de atender cada cliente e a constante busca pela satisfação dos mesmos.
As seguradoras em destaque são:
  • Agf Seguros
  • Amil
  • Azul Seguros
  • Bradesco Previdência
  • Dix Saúde
  • Indiana Seguros
  • Itau Seguros
  • Liberty Seguros
  • Matítima
  • Medial Seguros
  • Msig
  • One Health
  • Met Life
  • Sulamerica
  • Odontoprev
  • Prudential
  • Yasuda

Conheça os produtos e serviços que a Novaplan trabalha. Seguros disponíveis para empresas e pessoas físicas.

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Demanda de cirurgia plástica aumenta no inverno

Aumento de 60% entre os meses de junho a agosto por cirurgia plástica, segundo estimativas da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).

“Para quem já está pensando em agendar a sua, vale tomar uma série de medidas antes – da escolha do profissional aos cuidados pós-operatórios que devem ser seguidos rigorosamente”, salienta Luiz Eduardo Mendonça Pereira,  cirurgião plástico.

Não importa se for estética ou reparadora as cirurgias plásticas como todo procedimento cirúrgico, também traz riscos envolvendo o procedimento anestésico cicatrizes desfavoráveis, sangramentos, acúmulo de líquidos e má cicatrização.

Na data da cirurgia ou no período de 2 meses antes da cirurgia, certifique-se dos cuidados básicos, com medicação, precauções e o médico deve ser sempre o de sua confiança.

Fonte: UOL Saúde

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A saúde dos ossos – cuidados básicos

O bem-estar é de preocupação de todos, devemos estar em dia qual a saúde em todos os campos. Não devemos esquecer de nenhum detalhe principalmente de nossa massa óssea.

A saúde dos ossos preocupa mais às mulheres por causa dos hormônios femininos que são importantes para fixar o cálcio. Em caso de dúvidas procure um ginecologista.

O ortopedista Eduardo Vasquez exemplifica as dores na massa óssea “os sintomas mais comuns são o cansaço crônico, o excesso de sono e fraturas ocasionadas por pequenos traumas”.

Cuidados desde cedo é essencial:

  • Pratique exercícios físicos regularmente
  • Tenha uma alimentação equilibrada
  • Exponha-se moderamente ao sol
  • Evite o sedentarismo e o fumo
  • Qualidade do sono
  • Visite o médico regularmente

Causas importante de doença óssea no Brasil é a desnutrição,doenças metabólicas hormonais e diabetes.

Fonte: Ig Saúde

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Água essencial para o bem-estar e saúde do corpo

Hidratação é a a reposição de água no organismo, mantendo a função corporal, por isso a água é essencial para o bem-estar e a saúde do corpo.

A água somente traz benefícios pra o corpo humano e principalmente faz bem a pele. “Uma pele bem hidratada elimina estas toxinas com maior facilidade e fica com aparência mais saudável”, explica a nutricionista Natália.

Alguns alimentos que também possuem água e contribuem para a hidratação.

  • Abobrinha
  • Alface
  • Chuchu
  • Tomate
  • Pepino
  • Rabanete
  • Nabo
  • Couve-flor
  • Melancia
  • Maçâ
  • Banana
  • Cenoura
  • Goiaba

É necessário beber dois litros de água por dia para a reposição do organismo.

Fontes: Wikipedia / IG Saúde

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Estado de SP prorroga a campanha de vacinação até 14 de junho

Com o objetivo de diminuir as causas de óbitos causados pela bactéria H1N1  – conhecido popularmente como gripe suína. a campanha da vacinação foi prorrogada até o dia 14 de junho.

A campanha que começou no dia 15 de maio e iria até o dia 26 de abril, foi prorrogada mais uma vez. O número de vacinados no Estado de São Paulo está abaixo da meta de 77,93%.


Até segunda-feira, 3, 8,1 milhões de pessoas foram vacinadas em todo o Estado

O principal público é composto de crianças de seis meses a dois anos, gestantes, indígenas, presidiários e profissionais de saúde.

Fonte: Estadão

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Entenda melhor a suplementação de vitaminas

Ao passar dos anos, com a idade todo organismo, mesmo muito bem alimentado, não consegue aproveitar todas as vitaminas dos alimentos. A partir deste conceito o médico receita a suplementação de vitaminas.

Somente a orientação de nutricionistas que podemos utilizar a suplemntação. “O problema é que, atualmente, com tantos industrializados, fica difícil suprir o organismo de tudo que ele precisa. E, mesmo quando consumimos itens in natura, não sabemos nada sobre as condições em que foram cultivados: a qualidade do solo e como se deu o transporte e o armazenamento, fatores que podem levar à diminuição do aporte de nutrientes”, destaca Joyce Rouvier, nutricionista.

A pratica de exercícios e a alimentação equilibrada, ou seja o estilo de vida complica os casos de falta de vitaminas. Não faça uso da automedicação.

Caso queria maiores esclarecimentos procure um médico especialista para esclarecer as dúvidas.

Fonte: UOl Sáude

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Curiosidades sobre a gripe e o resfriado

A gripe afeta as crianças e os idosos o ano todo segundo a OMS (Organização Mundial de Sáude), mais precisamente este grupo, que sofre ainda mais no inverno, época em que o clima está seco.

O resfriado e a gripe ambos são infecções das vias respiratórias. A gripe só é causada pelos vírus A e B (influenza), enquanto os resfriados são provocados por centenas de vírus

“No resfriado, há uma discreta congestão nasal e irritação de garganta, que na maioria das vezes não impedem as atividades normais do indivíduo. Na gripe, observa-se uma queda no estado geral e vontade de não levantar da cama”, diz a otorrinolaringologista Angela Beatriz Lana

Fique atento com crianças e adultos acima dos 60 anos, pois estes podem ter infecções com mais facilidade, se necessário consulte um médico especialista.

Fonte: UOL Saúde

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Pesquisa mostra expectativa de vida para diferentes tipos de câncer

A média de sobrevivência de pacientes com câncer na Inglaterra e no País de Gales aumentou de um ano para quase seis anos nas últimas quatro décadas.

Mas o mesmo estudo, feita pela instituição beneficente Macmillan Cancer Support, constatou uma “lamentável” falta de progresso em alguns tipos de câncer, como os de pulmão e estômago.

Com base em pesquisas feitas pela London School of Hygiene and Tropical Medicine, a equipe da Macmillan analisou índices de sobrevivência e tempo de sobrevida de pacientes com 20 tipos de câncer durante 40 anos.

O estudo usou como referência para sobrevivência marcos como um, cinco ou dez anos após o diagnóstico –como tempo médio de sobrevivência, considerou-se o tempo levado até a morte de metade dos diagnosticados.

A diretora executiva da Macmillan, Ciaran Devane, disse que o estudo representa um grande avanço. “Tempos médios de sobrevivência dão uma ideia nova e precisa de quanto tempo as pessoas podem esperar viver com cânceres diferentes.”

CÂNCER DO CÓLON

Os números mostram uma melhoria na média total de sobrevivência, de um ano em pacientes diagnosticados entre 1971-1972 a quase seis anos para pacientes diagnosticados 40 anos mais tarde.

Seis dos cânceres estudados hoje apresentam médias de sobrevivência de mais de dez anos.

A maior melhoria foi verificada em cânceres do cólon: o tempo de sobrevida aumentou 17 vezes. Em linfomas não Hodgkin –o mesmo diagnosticado no ator Reynaldo Gianecchini–, a sobrevida aumentou dez vezes.

A inglesa Dena Hutchings, da cidade de Sheffield, foi diagnosticada com um linfoma há cinco anos. A quimioterapia acelerou sua entrada na menopausa, mas ainda assim ela se considera afortunada.

“Poderia ter sido um caso pior de câncer, mas, felizmente para mim, era um linfoma. É um dos cânceres mais fáceis de tratar e curar”, disse.

Os resultados do estudo mostram, no entanto, que para nove tipos de câncer, a média de sobrevida ainda é de três anos ou menos.

Nas últimas quatro décadas, houve pouca melhoria na sobrevida de pacientes com canceres do pulmão, cérebro e pâncreas.

O inglês Adrian Antwis tem 40 anos e também é de Sheffield, no norte da Inglaterra. No primeiro semestre desse ano, foi diagnosticado com câncer de pulmão.

O médico disse a Antwis que ele tem apenas alguns meses de vida. Ele espera que as imensas variações nos índices de sobrevida reveladas pelo estudo ajam como um incentivo a pesquisas para tratamentos efetivos para cânceres como o dele.

“Eu enfrentaria meses e meses de tratamento se soubesse que havia uma chance. Mas não há tratamento, então é algo que você tem de aceitar.”

PROBLEMAS CRÔNICOS

A Macmillan Cancer Support diz que o fato de pacientes com câncer estarem sobrevivendo mais tempo é positivo, mas ressalta que muitos estão sofrendo de problemas crônicos de saúde, em grande parte, associados ao tratamento.

Entre os problemas estão fadiga, infertilidade e danos aos pulmões e coração. Alguns sobreviventes de câncer também precisam de apoio psicológico.

Fonte: Folha Online

Site: http://folha.com/no1010242

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Boa dieta anula gene que causa doenças do coração

Uma dieta rica em frutas e vegetais tem impacto importante no combate a doenças cardiovasculares, mesmo que se trate de uma tendência genética. Estudo publicado na última edição da científica PLoS Medicine concluiu que portadores de um gene comprovadamente ligado a um maior risco cardíaco podem reverter essa tendência, desde que escolham bem seus alimentos.

A pesquisa analisou a presença do gene 9p21 – identificado como forte marcador genético para doenças cardíacas – em 27.243 voluntários que participaram de dois grandes estudos anteriores: o Interheart e o Finrisk.

Os pesquisadores das universidades canadenses McGill e McMaster constataram que, entre os 8.114 indivíduos do estudo Interheart, os que tinham a propensão genética para males cardíacos mas se alimentavam com muitas frutas e vegetais apresentavam um risco de enfarte semelhante aos que estavam livres do gene ruim. Entre os 19.129 participantes do Finrisk, o consumo dos vegetais fez com que os portadores do gene 9p21 tivessem risco reduzido de desenvolver doenças cardiovasculares.

“Nós sabemos que as variantes genéticas 9p21 aumentam o risco de doenças cardíacas. Mas foi uma surpresa descobrir que uma dieta saudável poderia enfraquecer de modo significativo seus efeitos”, diz um dos líderes do estudo, o pesquisador Jamie Engert, da Universidade McGill, do Canadá.

Para a pesquisadora responsável pelo estudo, Sofia Anand, da universidade McMaster, os resultados reforçam as recomendações médicas de se consumir mais de cinco porções de frutas ou vegetais diariamente. “Observamos que o efeito de um genótipo de alto risco pode ser mitigado consumindo uma dieta rica em frutas e vegetais”, diz.

Interação. Na opinião do pesquisador Alexandre da Costa Pereira, do Laboratório de Genética do Instituto do Coração (Incor), pesquisas nacionais já comprovaram que o gene 9p21 também está relacionado a uma probabilidade maior de desenvolver doenças cardiovasculares na população brasileira.

O novo estudo, diz ele, esclarece mais um aspecto da interação entre o risco genético e o risco ambiental para doenças cardiovasculares. “Queremos entender por que nem todas as pessoas que têm hábitos saudáveis se beneficiam da mesma forma. Ou por que nem todo mundo que fuma vai desenvolver uma doença”, diz. “É mais uma prova de que hábitos saudáveis podem suplantar uma determinação genética.”

Segundo o cardiologista José Luís Aziz, da Faculdade de Medicina do ABC, atualmente o mais importante é controlar fatores de risco como pressão alta, colesterol, diabete tabagismo e estresse. “No futuro, espera-se que possamos tratar o próprio gene, mais isso ainda está um pouco distante”, completa.

Recomendação diária de consumo: cinco porções de frutas ou vegetais   - FELIPE RAU/AE

Couve, brócolis e acelga garantem mais imunidade

Outra pesquisa divulgada neste mês também enfatiza a importância da alimentação rica em vegetais para a manutenção de uma vida saudável. De acordo com um estudo publicado na edição online da revista científica Cell, vegetais verdes – como couve, brócolis e acelga – contribuem para o bom funcionamento do sistema imunológico.

Pesquisadores das universidades inglesas de Cambridge e de Birmingham fizeram um experimento no qual camundongos saudáveis foram alimentados com uma dieta pobre nesse tipo de vegetais. Em seguida, analisaram os efeitos da mudança do cardápio em um tipo de célula epitelial que desempenha um papel de proteção contra ameaças externas.

Eles observaram que, em quase 80% dos camundongos, as células protetoras desapareceram com a mudança dietética. “Eu já esperava que essas células na superfície desempenhassem um papel na interação com o mundo externo, mas uma relação tão clara com a dieta foi inesperada”, disse Marc Veldhoen, um dos pesquisadores.

Fonte: Estadão Onlin

Site: http://goo.gl/RnfLf

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Bem-estar cresce à medida que envelhecemos, diz pesquisa

Não se trata de mera frescura: a ciência diz que existe, sim, a crise da meia-idade e que ela afeta homens e mulheres em todo o planeta.

Resultados de pesquisas em vários países, na última década, têm mostrado que essa fase bate em média entre 40 e 50 anos, mas varia muito de acordo com a região.

Mas um dado novo, curioso e surpreendente indica que a crise é só o fundo do poço. Depois de atingir o ponto mais baixo de “bem-estar” (alguns pesquisadores chamam mesmo de “felicidade”), a pessoa dá a volta por cima e vai ficando mais feliz por quase todo o resto da vida.

É estranho, pois o senso comum indicaria que a felicidade tende a diminuir a cada velinha no bolo de aniversário.

Os gráficos ligando satisfação pessoal e idade mostram uma curva em “U”. A felicidade começa alta, vai caindo até chegar à base da letra e volta a subir com a idade.

Os números variam muito, porém. Em uma pesquisa, a meia-idade chega aos 50 para americanos; em outra, aos 44,5. Os brasileiros atingem a crise aos 46,7, para um estudo, e, para outro, aos 36,5. Na Ucrânia, o mal-estar máximo chega aos 62,1 anos.

“Essa diversidade vem das amostras pequenas nesses países. O número varia menos em grandes amostras”, diz um dos autores do estudo da curva do “U” do bem-estar, o economista Andrew J. Oswald, da Universidade de Warwick, Reino Unido.

O estudo analisou 500 mil pessoas, entre americanos e europeus, que responderam sobre seu estado emocional.

Depois de se checar detalhes que poderiam afetar os resultados (renda, vida afetiva etc.), conclui-se que americanos atingem a crise aos 52,6 e europeus, aos 46,5.

“A Segunda Guerra parece ter cobrado um preço maior dessa geração de europeus”, na interpretação de Oswald.

Fonte: Folha Online

Site: http://goo.gl/1J10w

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