TOP

Experiência e solidificação Novaplan

Experiência e solidificação, A novaplan é uma empresa de Consultoria e Administração de Seguros que desde 1992, vem escrevendo a sua história neste segmento, tendo como princípios norteadores a maneira focada de atender cada cliente e a constante busca pela satisfação dos mesmos.
As seguradoras em destaque são:
  • Agf Seguros
  • Amil
  • Azul Seguros
  • Bradesco Previdência
  • Dix Saúde
  • Indiana Seguros
  • Itau Seguros
  • Liberty Seguros
  • Matítima
  • Medial Seguros
  • Msig
  • One Health
  • Met Life
  • Sulamerica
  • Odontoprev
  • Prudential
  • Yasuda

Conheça os produtos e serviços que a Novaplan trabalha. Seguros disponíveis para empresas e pessoas físicas.

Read More
TOP

Demanda de cirurgia plástica aumenta no inverno

Aumento de 60% entre os meses de junho a agosto por cirurgia plástica, segundo estimativas da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).

“Para quem já está pensando em agendar a sua, vale tomar uma série de medidas antes – da escolha do profissional aos cuidados pós-operatórios que devem ser seguidos rigorosamente”, salienta Luiz Eduardo Mendonça Pereira,  cirurgião plástico.

Não importa se for estética ou reparadora as cirurgias plásticas como todo procedimento cirúrgico, também traz riscos envolvendo o procedimento anestésico cicatrizes desfavoráveis, sangramentos, acúmulo de líquidos e má cicatrização.

Na data da cirurgia ou no período de 2 meses antes da cirurgia, certifique-se dos cuidados básicos, com medicação, precauções e o médico deve ser sempre o de sua confiança.

Fonte: UOL Saúde

Read More
TOP

Estudo alerta sobre o câncer na América Latina

A preocupação com os óbitos por consequência do câncer é glogal. Em um estudo publicado na revista médica “Lancett Oncology” informa que o envelhecimento expõe a a população da América Latina ao risco de câncer.

Especialistas acreditam que o câncer matará cerca de 1 milhão de latino-americanos por ano. A taxa de mortalidade pela doença é mais alta na AL com índice de 59% de óbito, sendo, 43% na União Europeia e 35% nos EUA.

As causas das altas taxas de mortalidade incluem envelhecimento, obesidade, sedentarismo, bactérias nos alimentos que não são devidamente refrigerados, tabaco e o álcool.

Câncer - América Latina

Câncer - América Latina

“Essa é uma epidemia particular, porque o câncer leva muito tempo para se desenvolver. O que nós estamos tentando fazer aqui é chamar a atenção para alguma coisa que vai acontecer daqui a dez, quinze ou vinte anos de muito sério”, resumiu Carlos Barrios, professor da Faculdade de Medicina da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul.

Fonte: Bem-Estar

Read More
TOP

Últimos dias da campanha de vacinação contra a gripe

Está na hora da Campanha de Vacinação contra a gripe. A campanha vai até o dia 26 de abril e está disponível em vários postosde saúde  em todo o Brasil. A vacinação tem o objetivo de reduzir as complicações, internações e óbitos provocados pela gripe

Distribuída gratuitamente as vacinas estarão disponíveis nas grandes capitais e cidades do interior de todos os estados do Brasil. Indígenas, idosos, crianças de 6 a 2 anos, gestantes e profissionais da saúde, são o público alvo da campanha.

Campanha contra a gripe

Campanha contra a gripe

“A vacina da influenza tem a imunidade curtam de 9 a 12 meses. Depois de vacinadas, as pessoas estarão protegidas a partir de 15 dias. Quem foi vacinado no ano passado, precisa tomar a dose novamente”, disse o ministro da saúde, Alexandre Padilha.

Fonte: Estadão

Read More
TOP

Pesquisa mostra expectativa de vida para diferentes tipos de câncer

A média de sobrevivência de pacientes com câncer na Inglaterra e no País de Gales aumentou de um ano para quase seis anos nas últimas quatro décadas.

Mas o mesmo estudo, feita pela instituição beneficente Macmillan Cancer Support, constatou uma “lamentável” falta de progresso em alguns tipos de câncer, como os de pulmão e estômago.

Com base em pesquisas feitas pela London School of Hygiene and Tropical Medicine, a equipe da Macmillan analisou índices de sobrevivência e tempo de sobrevida de pacientes com 20 tipos de câncer durante 40 anos.

O estudo usou como referência para sobrevivência marcos como um, cinco ou dez anos após o diagnóstico –como tempo médio de sobrevivência, considerou-se o tempo levado até a morte de metade dos diagnosticados.

A diretora executiva da Macmillan, Ciaran Devane, disse que o estudo representa um grande avanço. “Tempos médios de sobrevivência dão uma ideia nova e precisa de quanto tempo as pessoas podem esperar viver com cânceres diferentes.”

CÂNCER DO CÓLON

Os números mostram uma melhoria na média total de sobrevivência, de um ano em pacientes diagnosticados entre 1971-1972 a quase seis anos para pacientes diagnosticados 40 anos mais tarde.

Seis dos cânceres estudados hoje apresentam médias de sobrevivência de mais de dez anos.

A maior melhoria foi verificada em cânceres do cólon: o tempo de sobrevida aumentou 17 vezes. Em linfomas não Hodgkin –o mesmo diagnosticado no ator Reynaldo Gianecchini–, a sobrevida aumentou dez vezes.

A inglesa Dena Hutchings, da cidade de Sheffield, foi diagnosticada com um linfoma há cinco anos. A quimioterapia acelerou sua entrada na menopausa, mas ainda assim ela se considera afortunada.

“Poderia ter sido um caso pior de câncer, mas, felizmente para mim, era um linfoma. É um dos cânceres mais fáceis de tratar e curar”, disse.

Os resultados do estudo mostram, no entanto, que para nove tipos de câncer, a média de sobrevida ainda é de três anos ou menos.

Nas últimas quatro décadas, houve pouca melhoria na sobrevida de pacientes com canceres do pulmão, cérebro e pâncreas.

O inglês Adrian Antwis tem 40 anos e também é de Sheffield, no norte da Inglaterra. No primeiro semestre desse ano, foi diagnosticado com câncer de pulmão.

O médico disse a Antwis que ele tem apenas alguns meses de vida. Ele espera que as imensas variações nos índices de sobrevida reveladas pelo estudo ajam como um incentivo a pesquisas para tratamentos efetivos para cânceres como o dele.

“Eu enfrentaria meses e meses de tratamento se soubesse que havia uma chance. Mas não há tratamento, então é algo que você tem de aceitar.”

PROBLEMAS CRÔNICOS

A Macmillan Cancer Support diz que o fato de pacientes com câncer estarem sobrevivendo mais tempo é positivo, mas ressalta que muitos estão sofrendo de problemas crônicos de saúde, em grande parte, associados ao tratamento.

Entre os problemas estão fadiga, infertilidade e danos aos pulmões e coração. Alguns sobreviventes de câncer também precisam de apoio psicológico.

Fonte: Folha Online

Site: http://folha.com/no1010242

Read More
TOP

Saudáveis morrem mais após infarto, segundo pesquisa

A possibilidade de uma pessoa sobreviver a um infarto é maior caso ela apresente fatores de risco para doenças cardíacas, como fumar, ter colesterol alto e diabete. A hipótese, recebida com surpresa pelos médicos brasileiros por contrariar a literatura médica, é apontada por um estudo com mais de 500 mil norte-americanos que acaba de ser publicado pela respeitada revista científica

Pacientes saudáveis, que não tinham nenhuma das principais condições de risco para doenças do coração (hipertensão, níveis elevados de colesterol ou triglicérides, diabetes, tabagismo e histórico familiar para doença cardíaca) apresentaram mais risco de não resistir a um ataque cardíaco do que pessoas com algum desses cinco fatores.

Um em cada sete pacientes saudáveis morreu ao enfartar. Já entre os pacientes com sinais de risco, um entre 28 não resistiu. “Houve uma associação inversa entre o número de fatores de risco para o coração e a mortalidade hospitalar”, afirma John Canto, líder do estudo e professor associado de Medicina Clínica da Divisão de Doenças Cardiovasculares e da Divisão de Medicina Preventiva na Universidade do Alabama, em Birmingham. Segundo ele, o fato de as pessoas com condições de risco usarem remédios para controlar essas enfermidades, como as estatinas, ajuda a explicar os resultados.

Fonte: Uol News

Site: http://goo.gl/2eZmJ

Read More
TOP

Bancos lançam cartões pré-pagos para quem não tem conta corrente

Um novo tipo de cartão pode ser tornar uma opção para quem não tem conta em banco ou simplesmente planeja controlar melhor seus gastos.

Os cartões pré-pagos passaram a ser oferecidos no Brasil recentemente pelas maiores administradoras do país.

Esses cartões são classificados como “multiuso” ou de “uso genérico”. Na prática, eles funcionam como cartões de débito comuns, podendo ser usados para a realização de compras e de saques nos caixas eletrônicos.

Alguns permitem também a realização de compras pela internet.

Para ter acesso a esses produtos, o consumidor precisa, geralmente, pagar uma tarifa pela emissão do cartão e pela primeira carga.

O uso para pagamento de compras não é tarifado, mas as recargas costumam ser cobradas, assim como os saques.

Público-alvo é população que não tem conta em banco

O objetivo de bancos e administradoras é atingir, sobretudo, a população que não tem conta em banco, estimada em mais de 50 milhões de brasileiros pelo Banco Central.

Um dos diferenciais é que, para adquirir os cartões, o consumidor não precisa passar por uma avaliação da sua situação de crédito. Mesmo quem está com o “nome sujo” pode, assim, ter acesso a eles.

“O mercado de cartões pré-pagos é extremamente evoluído em países como os Estados Unidos”, diz o diretor-executivo de produtos pré-pagos para a América Latina e Caribe da Visa, José Coronel.

A empresa, que lançou cartões pré-pagos em parceria com Banco do Brasil e Banco Rendimento, fez pesquisas na América Latina para descobrir o potencial do produto por aqui.

“Em todos os países, percebemos que os consumidores valorizam o controle financeiro que o cartão traz e a questão da segurança, porque a pessoa não precisa andar com dinheiro em espécie”, diz Coronel.

Banco do Brasil vendeu 5.000 unidades em outubro

Desde que o Banco do Brasil lançou o cartão Ourocard Pré-Pago Visa, no começo de outubro, já foram emitidas 5.000 unidades do produto. A aquisição, por enquanto, é gratuita, e pode ser feita nas agências do banco.

Por agora, o cartão só pode ser adquirido por correntistas –que, no entanto, podem repassá-lo para outra pessoa.

A gerente-executiva do mercado de cartões da pessoa física do Banco do Brasil, Maria Izabel Gribel, diz que uma das possibilidades de uso é para pagamento de mesada para os filhos.

Para ela, o produto pode até ajudar na educação financeira da criança ou do adolescente, uma vez que força a administrar o próprio dinheiro. Essa é, também, a maior vantagem desses cartões pré-pagos na análise de especialistas em finanças pessoais.

“Acreditamos que essa é a nova fronteira do mercado de pagamentos. Em outros países, a demanda por cartões pré-pagos é muito grande. Conservadoramente achamos que 10% dos pagamentos serão feitos, em 2020, por meio de cartões pré-pagos”, afirma Maria Izabel.

Cartão pode ser usado para compras pela internet

O banco Panamericano lançou seu pré-pago em abril em parceria com a Mastercard. O produto pode ser adquirido por qualquer pessoa nas unidades do banco e recarregado em casas lotéricas.

O diretor de cartões do Panamericano, Eliel Teixeira de Almeida, diz que o maior diferencial do produto é a possibilidade de fazer compras pela internet.

“Milhões de brasileiros querem fazer compras pela internet e não conseguem porque não têm cartão de crédito”, diz Almeida.

Read More
TOP

Boa dieta anula gene que causa doenças do coração

Uma dieta rica em frutas e vegetais tem impacto importante no combate a doenças cardiovasculares, mesmo que se trate de uma tendência genética. Estudo publicado na última edição da científica PLoS Medicine concluiu que portadores de um gene comprovadamente ligado a um maior risco cardíaco podem reverter essa tendência, desde que escolham bem seus alimentos.

A pesquisa analisou a presença do gene 9p21 – identificado como forte marcador genético para doenças cardíacas – em 27.243 voluntários que participaram de dois grandes estudos anteriores: o Interheart e o Finrisk.

Os pesquisadores das universidades canadenses McGill e McMaster constataram que, entre os 8.114 indivíduos do estudo Interheart, os que tinham a propensão genética para males cardíacos mas se alimentavam com muitas frutas e vegetais apresentavam um risco de enfarte semelhante aos que estavam livres do gene ruim. Entre os 19.129 participantes do Finrisk, o consumo dos vegetais fez com que os portadores do gene 9p21 tivessem risco reduzido de desenvolver doenças cardiovasculares.

“Nós sabemos que as variantes genéticas 9p21 aumentam o risco de doenças cardíacas. Mas foi uma surpresa descobrir que uma dieta saudável poderia enfraquecer de modo significativo seus efeitos”, diz um dos líderes do estudo, o pesquisador Jamie Engert, da Universidade McGill, do Canadá.

Para a pesquisadora responsável pelo estudo, Sofia Anand, da universidade McMaster, os resultados reforçam as recomendações médicas de se consumir mais de cinco porções de frutas ou vegetais diariamente. “Observamos que o efeito de um genótipo de alto risco pode ser mitigado consumindo uma dieta rica em frutas e vegetais”, diz.

Interação. Na opinião do pesquisador Alexandre da Costa Pereira, do Laboratório de Genética do Instituto do Coração (Incor), pesquisas nacionais já comprovaram que o gene 9p21 também está relacionado a uma probabilidade maior de desenvolver doenças cardiovasculares na população brasileira.

O novo estudo, diz ele, esclarece mais um aspecto da interação entre o risco genético e o risco ambiental para doenças cardiovasculares. “Queremos entender por que nem todas as pessoas que têm hábitos saudáveis se beneficiam da mesma forma. Ou por que nem todo mundo que fuma vai desenvolver uma doença”, diz. “É mais uma prova de que hábitos saudáveis podem suplantar uma determinação genética.”

Segundo o cardiologista José Luís Aziz, da Faculdade de Medicina do ABC, atualmente o mais importante é controlar fatores de risco como pressão alta, colesterol, diabete tabagismo e estresse. “No futuro, espera-se que possamos tratar o próprio gene, mais isso ainda está um pouco distante”, completa.

Recomendação diária de consumo: cinco porções de frutas ou vegetais   - FELIPE RAU/AE

Couve, brócolis e acelga garantem mais imunidade

Outra pesquisa divulgada neste mês também enfatiza a importância da alimentação rica em vegetais para a manutenção de uma vida saudável. De acordo com um estudo publicado na edição online da revista científica Cell, vegetais verdes – como couve, brócolis e acelga – contribuem para o bom funcionamento do sistema imunológico.

Pesquisadores das universidades inglesas de Cambridge e de Birmingham fizeram um experimento no qual camundongos saudáveis foram alimentados com uma dieta pobre nesse tipo de vegetais. Em seguida, analisaram os efeitos da mudança do cardápio em um tipo de célula epitelial que desempenha um papel de proteção contra ameaças externas.

Eles observaram que, em quase 80% dos camundongos, as células protetoras desapareceram com a mudança dietética. “Eu já esperava que essas células na superfície desempenhassem um papel na interação com o mundo externo, mas uma relação tão clara com a dieta foi inesperada”, disse Marc Veldhoen, um dos pesquisadores.

Fonte: Estadão Onlin

Site: http://goo.gl/RnfLf

Read More
TOP

Estresse prejudica desenvolvimento de bebês prematuros

O estresse de ficar em uma unidade de terapia intensiva neonatal resulta em cérebros menores e funcionamento neurológico irregular para muitos bebês prematuros, sugere um estudo de pequena escala. Além disso, quanto maior for o estresse sentido, maior será a consequência.

Cientistas da Universidade de Washington, em St. Louis, estudaram 44 bebês nascidos antes da 30ª semana de gestação. Os pesquisadores registraram o número de fatores causadores de estresse experimentados pelos recém-nascidos usando uma lista de 36 procedimentos com características invasivas variáveis, de troca de fraldas a inserção de acesso intravenoso.

Ao atingirem idade equivalente ao final de uma gravidez normal, de 36 a 44 semanas, eles foram submetidos a exames de ressonância magnética e testes de comportamento. O estudo foi publicado online na semana retrasada, na revista “The Annals of Neurology”.

Após levar em conta a prematuridade no nascimento e a gravidade da doença, os registros mais altos na escala de estresse estavam associados à redução no tamanho do cérebro e ao desempenho ruim nos exames. Não havia relação entre o número de fatores causadores de estresse e os danos cerebrais.

“Nós temos que nos concentrar menos em apenas ministrar medicações para dor e realizar intervenções médicas sérias e mais em uma abordagem centrada no desenvolvimento”, afirmou Terrie Inder, autor sênior do estudo e professor de pediatria. “Esses bebês precisam de oportunidade para descansar, se recuperar e ser alimentados e poder crescer”, disse.

Fonte: Folha Online

Site: http://folha.com/no992211

Read More
TOP

Ações sociais no foco do mercado de seguros

Mais de cem crianças da comunidade Dona Marta, localizada no bairro de Botafogo, no Rio de Janeiro, serão vacinadas contra varicela (catapora) na próxima terça-feira, 11 de outubro. A ação será promovida pela Prudential do Brasil, pelo segundo ano consecutivo, e faz parte do projeto social ligado ao Seguro Dotal Criança. O produto, que foi desenvolvido pela seguradora para proteger crianças de 0 a 13 anos, é uma cobertura de sobrevivência em que um adulto, com idade entre 21 e 65 anos, é responsável pelo pagamento.

Com o lançamento do Seguro Dotal Criança, em 2009, a Prudential do Brasil vem realizando projetos sociais voltados para crianças, com a doação de 1% de todo o prêmio arrecadado com as apólices ativas deste produto. Desta maneira, a seguradora espera contribuir para que o Brasil alcance o objetivo do milênio 4, estabelecido pelas Nações Unidas, que visa reduzir em 2/3, até 2015, a mortalidade de crianças com menos de cinco anos de idade.

“Proteger crianças de uma doença tão grave como a varicela é uma grande alegria e satisfação, ainda mais sabendo que muitas não seriam vacinadas, pois a varicela não faz parte do calendário básico definido pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Governo Federal”, completa a diretora de Comunicação, Riscos & Processos e Adm. & Facilities da empresa, Ana Paula Savaget.

Amigo do Seguro rende frutos

O projeto social Amigo do Seguro, da Escola Nacional de Seguros, que oferece qualificação profissional a jovens de baixa renda, continua gerando bons resultados. Oito jovens do programa foram contratados pela Unimarcas Corretora de Seguros e selecionados para treinamento na Porto Seguro, em Recife.[2]

Já no Rio de Janeiro, foi dado o pontapé inicial para a nona turma do programa. O curso inclui aulas de Conceitos Básicos de Seguros, Noções de Informática, Excelência no Atendimento, Língua Portuguesa, Orientação Profissional e Laboratório de Seguros, totalizando 92 horas/aula.

Fonte: Portal Nacional de Seguros

Link: http://goo.gl/htTHQ

Read More